Polícia Civil cumpre mandado de prisão preventiva em Nossa Senhora das Dores

O crime cometido pelo homem, um latrocínio tentado, ocorreu em 23 de abril de 2018

Policiais civis lotados na Delegacia Regional de Nossa Senhora das Dores, na tarde dessa segunda-feira, 15, deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva de Edivaldo Joaquim dos Santos, 27 anos, em decorrência de crime de tentativa de latrocínio. 

A prisão em desfavor do indiciado foi representada no final das investigações e o Ministério Público foi favorável ao pedido, deferido pelo juízo criminal da Comarca de Nossa Senhora das Dores.

O suspeito já tem passagem pelo sistema prisional pela de prática de roubo. O latrocínio tentado ocorreu em 23 de abril de 2018. O preso foi encaminhado para 4ª Delegacia Metropolitana (4ª DM), onde permanecerá à disposição da Justiça.

Polícia Civil cumpre mandado de prisão por tráfico de drogas contra suspeito fugitivo do Ceará

A prisão ocorreu em Boquim

Nessa quinta-feira, 11,  policiais civis lotados em Boquim, com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), cumpriram mandado de prisão contra o suspeito Cícero Antônio Florêncio por tráfico de drogas. A Comarca de Milagres, município do Ceará, foi a responsável por emitir o mandado.

De acordo com informações, a Polícia Civil iniciou as investigações e as diligências para localizar o suspeito, após a emissão do mandado de prisão pela Comarca de Milagres (CE).

O suspeito foi localizado e preso em Boquim. “No dia de hoje, o poder judiciário do Ceará está sendo informado da prisão. Ele se encontra atualmente na delegacia, à disposição da Justiça,  devendo ser recambiado para aquele estado nos próximos dias”, explica o delegado responsável pela operação, Marcelo Hercos. 


Polícia Civil prende integrante de organização criminosa do Ceará em operação conjunta em SE

O suspeito preso tinha mandados de prisão em aberto e é investigado por coordenar ações criminosas naquele estado

Em operação conjunta entre o Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), Delegacia Regional de Itabaiana, Divisão de Inteligência (Dipol), da Polícia Civil de Sergipe, e Delegacia de Combate às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil do Ceará, foi preso Francisco Marcilieudo Mesquita da Silva, 38, conhecido como “Dão”. A ação ocorreu nessa quinta-feira, 11, em Itabaiana. O suspeito tinha dois mandados de prisão em aberto por crimes cometidos no Ceará e é investigado por coordenar ações criminosas no Estado.
 

Natural de Morada Nova, na região do Vale do Jaguaribe, “Dão” é investigado pelo envolvimento na série de ações criminosas ocorridas no Ceará no ano de 2019. Ele é alvo de investigações da Draco pela relação próxima que tinha com um dos “cabeças” da organização criminosa (orcrim), o comparsa Ednal Braz da Silva (46), o “Siciliano”, recambiado de uma unidade prisional de Pernambuco, em setembro de 2019. “Siciliano”, como apontam os levantamentos policiais, foi responsável por ordenar as ações criminosas contra o patrimônio público e privado de dentro de uma prisão no interior pernambucano. “Dão” teria ascendido o posto na hierarquia da orcrim após a prisão do comparsa.

Nas duas passagens registradas pela Polícia Civil no Ceará, “Dão” foi indiciado pelos crimes de homicídio qualificado, associação criminosa, lesão corporal, resistência, desacato, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e tráfico de drogas. Os mandados judiciais contra ele são referentes aos crimes de homicídio qualificado e por integrar organização criminosa. Pelo homicídio, “Dão” foi condenado a cumprir pena superior a 24 anos. Na cidade de Itabaiana, “Dão” foi localizado em um imóvel num bairro nobre.

Esconderijo em Sergipe
 

Na última terça-feira, 9, equipes do Cope da Polícia Civil de Sergipe realizaram os primeiros levantamentos e confirmaram a presença de Marcilieudo, que estava escondido em uma residência do bairro Anísio Amâncio de Oliveira, em Itabaiana. Após confirmação do paradeiro do suspeito, policiais civis da Draco viajaram até Sergipe e, nessa quinta-feira, 11, a operação conjunta foi deflagrada. 

“Dão” estava acompanhado por duas pessoas num imóvel de luxo. Com ele, foram encontrados documentos falsos, já que em Sergipe ele utilizava um nome falso. Depois de preso, ele foi conduzido ao Aeroporto Internacional de Santa Maria, em Aracaju, de onde foi transportado pela Polícia Civil do Ceará para Fortaleza. Ao desembarcar na Capital cearense, sob escolta, ele foi levado para prestar depoimento na sede da Draco, no Complexo de Delegacias Especializadas (Code) no bairro Aeroporto.
 

Após a prisão de todos os seis suspeitos identificados pela Draco como chefes da organização criminosa, o controle das atividades do grupo ficou comprometido, como avalia o titular da Draco, Harley Filho. “Depois do endurecimento das medidas adotadas pelo sistema penitenciário do Estado e com transferência desses chefes para presídio federal, ficou difícil de arregimentar pessoas que pudessem ocupar esses cargos vagos de conselheiro final. Então, ele acabou ficando com todas as atribuições junto com uma segunda pessoa. Hoje o grupo está sem uma cadeia de comando e, dessa forma, a tendência que ela realmente se acabe”. 

Plano de fuga frustrado
 

Com a chefia desarticulada e sem acesso à comunicação, os remanescentes do grupo elaboraram um plano de resgate de presos de uma unidade do sistema penitenciário cearense para que retomassem às atividades criminosas. O plano foi traçado com a participação de advogados contratados pela orcrim, que seriam responsáveis por intermediar as mensagens do grupo criminoso. 

O plano foi descoberto e frustrado quando a advogada Elisângela Maria Mororó, 46, foi flagrada no momento em que estava com outro advogado investigado pela Draco tentou passar um bilhete na boca de um detento. O fato aconteceu quando o advogado e um interno conversavam no parlatório do Centro de Detenção Provisória, no município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. O bilhete continha detalhes do plano de resgate de presos.
 
Foragido
 

Com a coordenação de tarefas prejudicada com a prisão dos chefes do grupo e a quebra de comunicação deles com os demais integrantes da orcrim, a Polícia Civil do Ceará mantém as diligências para prender o último membro que restou na cadeia hierárquica do grupo criminoso. Aquele que, conforme as investigações, assumiu um dos lugares vagos deixados pelos “cabeças” da orcrim. Ele é Francinélio Oliveira e Silva, 46, com passagens por roubo com restrição de pessoa e dano qualificado. Conhecido como “Geleia”, contra ele há um mandado de prisão em aberto por roubos e furtos. A pena imposta a ele é de 51 anos e 10 meses em regime fechado.


Cadeia hierárquica


A partir de investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), ao longo dos últimos dois anos, foi possível identificar todos os indivíduos do topo da organização criminosa com base no Ceará. Dos seis suspeitos de chefiar as ações criminosas no Estado, a Draco prendeu quatro: Marcos André Silva Ferreira (24), conhecido por “Branquinho”; Yago Steferson Alves dos Santos (26), o “Yago Gordão”; Francisco de Assis Fernandes da Silva (43), o “Barrinha”; e Francisco Tiago Alves do Nascimento (33), o “Tiago Magão”.

Os outros dois integrantes da cúpula da orcrim foram capturados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e pela Polícia Federal: Deijair de Souza Silva (29), o “De Deus”, e Ednal Braz da Silva (46), o “Siciliano”, respectivamente, em 2018 e 2019.
 

Com informações de Ascom PC/CEs

DHPP prende suspeito de homicídio e tentativas de homicídios em Aracaju

A população contribuiu com informações passadas pelo Disque-Denúncia

Nessa quinta-feira, 11, policiais da 1ª Divisão do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) efetuaram a prisão de Joseilton Evaristo Santos Junior, conhecido como “Juninho” ou “Gago”, 22 anos.

A prisão se deu em cumprimento a mandados de prisão temporária e preventiva expedidos, respectivamente, pela 5ª e 8ª Varas Criminais da Comarca de Aracaju.

De acordo com investigações, o investigado, conhecido como Juninho ou Gago, é suspeito de participar do homicídio de Bruno Michael, alvejado por disparos de arma de fogo na noite de 09 de fevereiro de 2020, durante a realização de um bloquinho de carnaval, no bairro Cirurgia, nesta capital. A motivação do crime foi um simples esbarrão ocorrido entre vítima e autor, durante a festa.

O preso Juninho é apontado como autor do homicídio e tentativas de homicídio ocorridos no dia 25 de fevereiro de 2020, durante a realização da festa Rasgadinho, no bairro Suíssa, em Aracaju.

Na ocasião, o investigado já teria chegado no local do fato  efetuando disparos de arma de fogo contra Christian Breno Melo Barbosa, Filipe Cauan do Prado Santos e Lucas Rafael Felinto Santos, tendo este último evoluído a óbito. Salienta-se que, nesse caso, a motivação do crime foi a rivalidade entre torcidas organizadas.

O suspeito foi encaminhado a uma das unidades da Polícia Civil, onde permanece custodiado.

“Vendedoras de doce”, sequestradoras foragidas do RN são presas em Itabaiana pela PC de Sergipe

Operação do Cope, Regional de Itabaiana e Dipol localizam a dupla condenada pela Justiça potiguar

Policiais civis de Itabaiana e o Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram na tarde dessa quinta-feira, 11, dois mandados de prisão preventiva contra Orlandina Torres Carneiro, 41, e Antônia Berenice Damasceno Lima, 44. Elas estavam morando há mais de um ano em Itabaiana, onde vendiam doces.
 

A ação policial teve o acompanhamento e repasse de informações da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol). A ficha criminal de ambas é bastante extensa e, entre os crimes, está o de sequestro e roubos. As duas criminosas possuem diversas passagens pela polícia nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte.
 

Uma delas, Orlandina Torres, era suplente de vereadora em Cratéus, no Ceará, quando participou do sequestro de um empresário. Na época,  ela se candidatou e foi a terceira colocada em seu partido, o PSDB, tendo 688 votos. Ela foi presa pela Polícia Federal em 2010, interceptada na BR-304.  
 

Já Antônia Berenice Damasceno, foi capturada no dia 19 de outubro de 2012, na cidade de Novo Oriente, interior do Ceará. No sequestro, Berenice foi chamada para cozinhar na casa que serviu como cativeiro para a quadrilha e aceitou a proposta.
 

O sequestro aconteceu em 2010 e teve como vítima um empresário no Rio Grande do Norte. Além desse crime, Orlandina já foi presa também por estelionato. Elas estão presas e à disposição da Justiça e serão reconduzidas ao Rio Grande do Norte para cumprimento da pena.

PC faz entrega de mais 100 cestas básicas e totaliza 15 toneladas de mantimentos doados

Doações de alimentos, produtos de higiene e limpeza podem ser feitas na sede da Delegacia-Geral

A campanha de arrecadação e doação de cestas básicas da Polícia Civil continua beneficiando instituições sociais e pessoas que tiveram as rendas impactadas em decorrência do isolamento social necessário ao enfrentamento à Covid-19. Nesta quarta-feira, 10, foram entregues mais 100 cestas.

Até o momento, já foram contabilizadas 15 toneladas de mantimentos que desde o início da pandemia estão sendo distribuídos na capital e no interior do estado. As doações desta quarta-feira foram direcionadas às pessoas carentes das comunidades das localidades Malvinas e Mosqueiro.

A campanha de doação segue. As pessoas que quiserem doar alimentos e itens de limpeza podem entregar o material na Delegacia-Geral, que fica localizada na rua Duque de Caxias, s/n, no bairro São José, próxima à praça Tobias Barreto.

Polícia Civil disponibiliza mais de 3,3 mil máscaras e 664 litros de álcool em gel nas unidades policiais

Também foram entregues máscaras de tecido, descartáveis e protetores faciais

Desde o início da pandemia, a Polícia Civil de Sergipe tem adotado diversas medidas para diminuir os riscos de contágio pela Covid-19 nos servidores da instituição. Uma dessas ações foi a distribuição de equipamentos de proteção individual e produtos de higiene e de limpeza. Dentre os materiais entregues, até o último dia 4, estão 664 litros de álcool em gel, 3.350 máscaras de tecido e 6 mil luvas.

Além desses itens, a instituição também disponibilizou 1.557 litros de álcool, 9.470 máscaras descartáveis e 100 protetores faciais. O material de proteção faz parte das ações desenvolvidas pela Polícia Civil que visam a manutenção da saúde de todos os servidores. Outras medidas como a sanitização das sedes das unidades policiais também vêm sendo adotadas constantemente.

Todo o material vem sendo entregue pela Polícia Civil à todas as unidades que compõe a instituição. Os materiais foram distribuídos para os agentes, escrivães e delegados vinculados às unidades policiais, delegacias e departamentos, que formam Superintendência da Polícia Civil (Supci) e as coordenadorias de Polícia Civil da Capital (Copcal) e do Interior (Copci).

Polícia Civil sergipana conduz investigações que resultam na prisão de suspeita de estelionato

Mulher foi detida em Alagoas após efetuar golpe de cerca 2 milhões em SE

Na última sexta-feira, 5, policiais civis do Estado de Alagoas deram cumprimento ao Mandado de Prisão Preventiva em desfavor de Gilda Eduardo Santos, investigada pela prática de estelionato pela Polícia Civil sergipana. A mulher, que é suspeita de aplicar um golpe milionário em Sergipe, foi localizada na cidade alagoana de Água Branca e recambiada para SE ainda na sexta-feira.
 

A investigação que levou à prisão de Gilda vinha sendo realizada pela Delegacia de Defraudações há cerca de seis meses. O caso teve início quando diversas pessoas, oriundas de vários municípios de Sergipe e de outros Estados, procuraram a unidade policial para informar que tinham sido vítimas de um golpe supostamente praticado pela suspeita.
 

A delegada Rosana Freitas explicou que, de acordo com os relatos e demais provas colhidas durante a instrução, Gilda apresentava-se como proprietária e administradora da empresa denominada “Açaí do Sertão”, registrada em nome do então companheiro dela. A pessoa jurídica era usada para atrair investidores, com falsas promessas de lucros que giravam entre 20% e 30% ao mês.
 

“As pessoas eram estimuladas a investir na empresa. No início, as pessoas recebiam o pagamento dos lucros prometidos, justamente para que o negócio ganhasse confiabilidade e para que as pessoas se sentissem estimuladas a fazer novos e maiores investimentos”, citou.
 

Para conferir credibilidade ao seu “negócio”, Gilda alegava que atuava em parceria com uma outra empresa do mesmo ramo, já estabelecida no mercado há alguns anos. No início, a mulher efetuava pagamentos supostamente referentes aos lucros prometidos, de modo que as pessoas se viam estimuladas a realizar novos investimentos. Quando a empresa recebeu cerca de R$ 2 milhões em aportes, Gilda fugiu, deixando os investidores com prejuízos individuais de até R$ 700 mil.
 

“Depois que ela já havia angariado uma quantidade suficiente de investimentos, ela fugiu deixando todos no prejuízo. Há informações de que ela estava praticando o mesmo golpe em Alagoas, com suspeitas de que ela tenha aberto, também, uma empresa lá com o mesmo objetivo”, complementou a delegada.
 

Durante as investigações, foram identificadas aproximadamente 20 vítimas, mas a polícia acredita que outras pessoas podem ter sido lesadas. Existem fortes suspeitas de que Gilda estava aplicando o mesmo golpe no Estado de Alagoas, onde já convivia com outra pessoa e supostamente teria aberto uma nova empresa. Tais dados serão averiguados com mais precisão no decorrer das investigações, a serem finalizadas num prazo de dez dias, quando o procedimento em tramitação na delegacia responsável será remetido à Justiça.Ver todas as notícias

Polícia Civil de Estância age rápido e prende suspeito de tentativa de homicídio em flagrante

Prisão de um homem de 39 anos foi realizada no Bairro Botequim, Estância

Na manhã desta segunda-feira (08), um homem de 39 anos, com uma arma branca, tentou contra a vida de Jaldo Felício de Andrade, 41 anos. O autor desferiu facadas no rosto e pescoço da vítima, fato ocorrido na manhã desta segunda-feira, na feira, no Centro de Estância

A vítima foi socorrida e, felizmente, não chegou a morrer. Os policiais então iniciaram as diligência, obtiveram imagens do crime e conseguiram identificar e capturar o suspeito do crime.

Segundo o delegado Alan Faustino, da Regional de Estãncia, o suspeito confessou a prática do crime, dizendo que tentou contra a vida da vítima por está tê-lo chamado de “viado”.

O preso será encaminhado para unidade policial da capital, onde permanecerá à disposição da Vara Criminal de Estância.

Operação Mamulengo: Deotap desarticula organização criminosa que desviava recursos públicos

Principal alvo da investigação, ex-presidente da Câmara Municipal de Capela foi preso

O Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) deflagrou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (09) a Operação Mamulengo para desarticular uma associação criminosa responsável pelo desvio de recursos públicos e que tem como base a Câmara Municipal de Capela. Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Aracaju, Capela e Propriá.
 

Várias equipes da Polícia Civil deram apoio ao Deotap para o cumprimento dos mandados de prisão e busca e apreensão. 
 

O principal alvo da Polícia Civil foi o ex-presidente da Câmara Municipal da cidade, José Adaltro Santos, que comandou a Casa Legislativa no biênio 2017-2018. Dois empresários que participavam do esquema também foram alvos da investigação e os policiais civis cumpriram mandado de busca e apreensão na Câmara Municipal de Capela. Todos foram encaminhados para o Deotap, onde prestarão novos depoimentos durante o dia. 
 

Segundo a delegada Thaís Lemos, coordenadora da operação, junto com as empresas, a Câmara Municipal fraudava possíveis cursos e simulava os eventos para pagar gratificações e diárias para servidores comissionados da Câmara. Estes recebiam certificados por eventos que não aconteciam. Adaltro ainda exigia que estes servidores fizessem empréstimos consignados, cujos valores eram retidos pelo parlamentar, que pagava as prestações com recursos públicos oriundos da Câmara Municipal. 
 

Ainda foi feita uma reforma na Câmara sem qualquer procedimento formal e processo de licitação, cujos trabalhos foram executados por uma construtora. Os investigadores descobriram que documentos foram fraudados para cobrir as irregularidades. 
 

O delegado Rodrigo Espinheira, que presidiu o inquérito, explicou que pessoas com ligação com Adaltro, entre elas a babá da família do parlamentar, foram ouvidas na investigação. Nomeada em cargo comissionado, a babá teria feito 11 viagens para realizar cursos e recebido por isso, mas ao ser interrogada pela Polícia Civil disse não ter conhecimento sobre os eventos e o destino do dinheiro pago. A babá disse ainda que não cumpria expediente na Câmara Municipal de Capela. 
 

Foram solicitadas várias medidas cautelares diversas da prisão ao Poder Judiciário, a exemplo do afastamento imediato de servidores públicos que contribuíram, seja pela ação ou omissão, com a atividade da organização criminosa. 
 

A Operação leva o nome de mamulengo devido à prática do ex-presidente de manipular servidores públicos e obter vantagens por isso. Mamulengo é um tipo de fantoche típico do nordeste brasileiro, especialmente do estado de Pernambuco. A origem do nome é controversa, mas acredita-se que ela se originou de mão molenga – mão mole, ideal para dar movimentos vivos ao fantoche. Um ou mais manipuladores dão voz e movimento aos bonecos.
 

Mais informação serão repassadas pela Polícia Civil durante o dia.


Última atualização: 9 de junho de 2020 07:53.

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